O ativista socioambiental Matheus Garcia, coordenador do Projeto Galho Forte e diretor de Inovação e Sustentabilidade da GBR Componentes da Amazônia, está “bem na fita” nesta semana: além de coassinar o documentário “BR-319: Vidas na Lama” ao lado do deputado Amom Mandel, ele vem liderando ações de impacto que unem voluntários, poder público e iniciativa privada para dar destino correto a resíduos de difícil manejo, como o isopor descartado no pós-Festival de Parintins. 
Documentário na estrada e denúncia ambiental
Lançado em setembro, “BR-319: Vidas na Lama” acompanha a travessia Manaus–Porto Velho para expor buracos, atoleiros e a realidade de quem vive no entorno da rodovia com Garcia assinando produção e presença ativa na viagem. A obra foi detalhada pelo gabinete de Amom e ganhou nota na imprensa nacional.
“Parintins Sem Isopor”: 100 toneladas fora do ambiente
No campo prático, Garcia coordenou a operação “Parintins Sem Isopor”, que mobilizou voluntários e parceiros para retirar até 100 toneladas de isopor dos galpões dos bois Garantido e Caprichoso, com transporte em balsa até Manaus para destinação ambientalmente adequada. A ação teve etapas sucessivas e foi registrada por portais locais e rádios da região. 
Relatos pós-mutirão indicam centenas de big bags encaminhados e a necessidade de novas etapas para zerar o passivo com presença de Amom em mobilizações e convites públicos feitos por Garcia nas redes.
Igarapés, educação ambiental e tecnologia
Antes e depois de Parintins, o Galho Forte tem mutirões em igarapés de Manaus e ações educativas em municípios do interior, como Tefé, envolvendo escolas e comunidades indígenas; em paralelo, o projeto entrou em fase de reaproveitamento para transformar plásticos coletados em materiais reciclados e peças 3D. 
Quem é Matheus Garcia
Empresário e ativista, Garcia dirige a área de inovação e sustentabilidade na GBR Componentes, empresa que declara práticas de reciclagem de resíduos e certificações de qualidade/ambientais (ISO 9001/14001), e frequentemente divulga metas de redução e reuso em seus canais.
Por que ele está “bem na fita”
• Impacto cultural e político: presença no documentário sobre a BR-319 amplia o alcance do debate ambiental e de infraestrutura na Amazônia.
• Entrega ambiental mensurável: operações com grandes volumes de isopor retirados de Parintins e logística até Manaus para destinação correta.
• Engajamento comunitário: mutirões com centenas de voluntários, escolas e comunidades do interior.
• Ciclo de inovação: foco em reaproveitamento e tecnologia (impressão/peças 3D) a partir de resíduos dos igarapés.





