Visita do ex-presidente não consta na agenda oficial do Santo Padre e é tratada com discrição pelo Vaticano, que a considera uma audiência privada.
ROMA — Em Roma para se encontrar com Papa Francisco , o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silvaaproveitou as primeiras horas na cidade para discutir com políticos da esquerda italiana a situação do Brasil sob o governo de Jair Bolsonaro.
Acompanhado de seu ex-ministro Celso Amorim, que comandou o Itamaraty nos seus oito anos de governo (2003-10), e de alguns poucos assessores, Lula desembarcou na manhã desta quarta-feira em um voo comercial. Ele e sua pequena comitiva estão hospedados num hotel a dois quilômetros do Vaticano.
“Vou visitar o papa Francisco para agradecer não só pela solidariedade que teve comigo em um momento difícil, mas, sobretudo, pela dedicação dele ao povo oprimido. Também quero debater a experiência brasileira no combate à miséria”, disse Lula.
O encontro entre o petista e o papa foi intermediado pelo presidente da Argentina, Alberto Fernández, também conhecido como o poste de Cristina Kirchner, que se reuniu com Francisco recentemente.
Lula e o papa se reúnem na quinta-feira, dia 13, no Vaticano.
Uma boa oportunidade para o petista confessar seus pecados.





