Manaus | 20 de outubro de 2026 | 13:28:03

Justiça age contra influenciadora em meio à revolta por morte de cão em SC

Uma operação envolvendo a influenciadora e ativista da causa animal Potira Ribeiro trouxe novos desdobramentos ao caso do cachorro Orelha, morto após agressões na Praia Brava, em Florianópolis, no início de 2026.
⠀
Policiais civis de Santa Catarina cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência da ativista, localizada em São Paulo. A investigação apura possíveis crimes de calúnia e difamação contra membros do Judiciário catarinense, após críticas feitas por ela em transmissões ao vivo e redes sociais.
⠀
Apesar do mandado não prever prisão, Potira foi levada até uma delegacia em Guarulhos. A polícia afirmou que houve resistência e desacato durante a abordagem. Já a influenciadora divulgou vídeos alegando ter sofrido agressões físicas e verbais por parte dos agentes.
⠀
Após prestar esclarecimentos e assinar um Termo Circunstanciado, ela foi liberada. O caso segue em investigação.
⠀⠀
O episódio acontece em um momento de forte tensão envolvendo o chamado “Caso Orelha”, que continua sem desfecho judicial. O Ministério Público de Santa Catarina solicitou novas diligências, alegando que ainda não há provas suficientes para responsabilizar os adolescentes suspeitos pelas agressões ao animal.
⠀
Outro fato que aumentou a repercussão foi a morte do empresário Tony Marcos de Souza, no dia 13 de abril. Ele era investigado por suposta coação de testemunhas e morreu após um infarto.
⠀
Nas redes sociais, o caso tem gerado revolta e questionamentos sobre a condução das investigações. Parte do público critica o que considera rapidez nas ações contra quem se manifesta, enquanto o crime contra o animal segue sem responsabilização definida.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Relacionados

Espaço Publicitário
A Repórter - Portal de Notícias