Índice futuro chegou a registrar baixa de até 1,5%, mas amenizou as perdas, com mercado de olho no desenrolar da crise política e atento ao exterior.

Após registrar a pior semana desde agosto ao cair 5,45% em meio às discordâncias públicas entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara Rodrigo Maia, além dos temores de desaceleração global, o Ibovespa segue de olho nas mesmas questões e registra uma nova sessão de cautela. Às 10h20 (horário de Brasília), o índice registrava leves perdas de 0,37%, a 93.389 pontos, enquanto o dólar comercial, após atingir a máxima do ano, tem leves perdas de 0,23%, a R$ 3,893.

Mais cedo, por volta das 9h, o contrato futuro do índice chegou a registrar perdas mais expressivas, de 1,5%, enquanto o dólar passou dos R$ 3,92.  A crise política teve novos capítulos no fim de semana, após o presidente retomar ataques à “velha política”, enquanto Maia acusou governo de ser um deserto de ideias. Por outro lado, Maia sinalizou que vai “blindar” a reforma da Previdência, o que dá certo alívio ao mercado nacional após as fortes quedas.

Fonte: InfoMoney