Manaus | 20 de agosto de 2026 | 23:56:21

Haddad estima crescimento do PIB do Brasil em 3,5% para 2024

Foto:Reprodução

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou, nesta quinta-feira (12), uma revisão das previsões econômicas para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, indicando um crescimento de 3,5% para 2024. Este número representa um ajuste em relação à estimativa anterior, que apontava para uma expansão de 3,3%. O ministro destacou que, além do aumento do PIB, o país também deverá registrar a menor taxa de desemprego da série histórica, um reflexo da recuperação econômica que tem ganhado força ao longo do ano.

A declaração de Haddad foi feita durante a reunião do Conselhão, um grupo consultivo que reúne mais de 200 representantes da sociedade civil e que tem o objetivo de assessorar o governo federal na criação de políticas públicas. A reunião foi presidida pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), já que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontra internado.

Haddad agradeceu o apoio do Conselhão às medidas de contenção de gastos adotadas pelo governo, que, segundo ele, são essenciais para manter o crescimento econômico com baixa inflação. Ele enfatizou que a recuperação econômica que o Brasil experimenta, com a perspectiva de crescimento robusto do PIB, é um sinal positivo de que as políticas fiscais e econômicas estão gerando resultados favoráveis.

Além do anúncio do ministro, o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, também trouxe uma revisão otimista das expectativas para o PIB do Brasil. O mercado ajustou suas projeções para um crescimento de 3,39% em 2024, com uma desaceleração para 2% em 2025. Essa atualização reflete a confiança de analistas e economistas na continuidade da recuperação econômica, embora com expectativas de um crescimento mais moderado nos próximos anos.

Esse desempenho positivo do PIB em 2024 é uma boa notícia para a economia brasileira, pois demonstra uma recuperação mais forte do que a prevista inicialmente. A redução do desemprego também é um reflexo da geração de novos postos de trabalho e da recuperação de setores chave da economia. No entanto, o desafio para o governo será manter esse crescimento sustentável, gerenciando as políticas fiscais, a inflação e a geração de empregos nos próximos anos.

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