O embate judicial entre a atriz venezuelana Gabriela Spanic, conhecida mundialmente por sua atuação em A Usurpadora, e a fonoaudióloga amazonense Suelen Monteiro ganhou força em Manaus. O processo, registrado no 22º Distrito Integrado de Polícia (DIP), envolve denúncias de agressões físicas, ameaças, estelionato, calúnia e difamação.
De acordo com Suelen, a agressão mais grave ocorreu em dezembro de 2024, em um hotel de São Paulo. Na ocasião, Spanic teria desferido tapas, puxado seus cabelos e quebrado seus óculos, após ingerir bebida alcoólica. A amazonense afirma ter ficado com sequelas físicas e emocionais, além de sofrer perseguição virtual após o rompimento da relação profissional.
A Justiça do Amazonas convocou Gabriela Spanic para depor em Manaus nesta terça-feira (2). A defesa da atriz solicitou que a audiência seja feita por videoconferência, afirmando que não há provas consistentes contra ela e atribuindo as acusações a uma “vingança pessoal”.
O caso segue em andamento na capital amazonense e pode ter novos desdobramentos nas próximas semanas.






