Manaus | 24 de julho de 2026 | 07:33:30

Fernando Oviedo, assassino do cachorrinho em Antioquia, se entrega após caça errada em Manaus!

Após o vídeo chocante viralizar em 6 de novembro de 2025, mostrando Fernando Alonso Oviedo assassinando a golpes um cachorrinho faminto na zona rural de Caucasia (Bajo Cauca antioqueño), a pressão social e policial foi intensa. O homem, oriundo de Sonsón (Antioquia), se tornou o foco de uma caça nacional, impulsionada por ativistas, autoridades e milhares de compartilhamentos nas redes.


O que aconteceu com ele?
Na tarde de 7 de novembro de 2025, Fernando Oviedo se entregou voluntariamente às autoridades em Yurumal (Antioquia), coordenado pela Fiscalía e pela Policía Nacional. A entrega veio após uma recompensa de R$ 50 milhões oferecida pelo governador de Antioquia, Andrés Julián Rendón, e uma oferta adicional de R$ 5 milhões do jurista Andrés Preciado. A senadora animalista Andrea Padilla também mobilizou contatos para agilizar a captura, enquanto o prefeito de Sonsón, Juan Diego Zuluaga, confirmou o fato publicamente, afirmando: “Se fez justiça! Ele está à disposição das autoridades”.


Oviedo agora está sob custódia e enfrenta processo judicial por maltrato animal agravado, com base na Lei Ángel (Lei 1774 de 2016, atualizada em 2025), que reconhece animais como seres sintientes. As penas podem incluir até 3 anos de prisão (ou mais, dependendo de agravantes), multas elevadas e proibição vitalícia de posse de animais. A investigação prossegue, com testemunhas confirmando que o cachorro morreu no local devido aos ferimentos graves causados pelos golpes com um objeto contundente e a patada final.


A confusão inicial com Manaus (AM, Brasil) por causa de elementos visuais no vídeo ampliou o escândalo, mas as autoridades esclareceram rapidamente que o crime foi 100% em território colombiano. Esse caso reforça o impacto das redes: a indignação coletiva evitou a impunidade e pode inspirar mais fiscalizações.


Se você vir algo suspeito, denuncie na linha nacional contra maltrato animal. Justiça para os vulneráveis!

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