Há informações de que funcionários da Administração Penitenciária (SAP) apreenderam, com detentos da Penitenciária de Parelheiros, na zona sul paulistana, um manuscrito ordenando que, por unidade prisional, fossem levantadas duas identidades e a localização das residências de agentes penitenciários, no prazo de 30 dias.
O Ministério Público (MPSP), através do Gaeco, está monitorando a situação em diversos presídios. Um representante afirmou: “O sentimento que temos é o de abandono por parte do governo do estado. O que mais queremos evitar é o que aconteceu em 2006 em São Paulo.”
Na última terça-feira (15), Fábio Jabá, presidente do Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional de São Paulo (Sifuspesp), destacou a falta de proteção para os policiais penais. Ele lembrou os ataques do PCC em 2006, que resultaram em muitas mortes, e ressaltou que a maioria dos policiais está desprotegida, sem armas ou coletes. “Como não ficarem tensos os policiais penais, em um momento como esse, com novos ataques do PCC se aproximando?”, questionou.
A Polícia Civil da Baixada Santista está em alerta para possíveis ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC), especialmente em escolas e transporte público, após uma denúncia anônima recebida na última segunda-feira (14) pelo telefone 181.






