O crescimento da economia brasileira em setembro de 2024 foi de 0,8%, enquanto o terceiro trimestre apresentou uma alta acumulada de 1,1%, de acordo com o Banco Central. Esse desempenho refletiu uma recuperação gradual da atividade econômica após o impacto da pandemia, com destaque para o aumento no setor de serviços.
As famílias tiveram uma contribuição significativa para esse crescimento, com o consumo em serviços, como viagens e lazer, subindo 8,9%. No entanto, o consumo de bens duráveis apresentou queda de 1,7% no trimestre. Em termos de investimentos, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) teve um crescimento expressivo de 11,8% em relação ao mesmo período de 2023, impulsionado principalmente por investimentos em máquinas e equipamentos.
No comércio exterior, as exportações registraram um aumento de 0,8%, impulsionado pelo setor de serviços, enquanto as importações subiram 28,5%, com destaque para bens intermediários. Este cenário é resultado de uma combinação de fatores internos e externos, como a recuperação pós-pandemia e o aumento da confiança do consumidor. No entanto, economistas alertam para a necessidade de cautela na análise dos dados devido aos efeitos sazonais alterados pela pandemia.






