Decisão fez os funcionários da estatal Itaipu Binacional saírem da capital paranaense para Foz do Iguaçu.

Vai ficar mais díficil para a socióloga Rosângela da Silva e seu namorado, o ex-presidente Lula, se verem. Isso porque, de acordo com a Folha de S.Paulo, os funcionários da estatal Itaipu Binacional, que ficam em Curitiba, foram transferidos para Foz do Iguaçu, cidade 630km distante.

A decisão que afastou os dois foi tomada pelo diretor-geral brasileiro da usina, Joaquim Silva Luna, que foi indicado ao cargo em fevereiro pelo presidente Jair Bolsonaro. De acordo com a assessoria de imprensa da empresa, a medida tem como objetivo otimizar recursos.

Lula está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (PR) desde abril do ano passado.

Namorada de Lula conhece presidente de longa data

Após entrevista com Lula, o economista e ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira narrou a conversa que teve com Lula. “Ele está em ótima forma física e psíquica. Sua grande preocupação agora é com a defesa da soberania – com a união dos brasileiros para defender o Brasil e seu povo contra isso que está aí. Sua maior demanda é a de ter reconhecida sua inocência. Está apaixonado e seu primeiro projeto ao sair da prisão é se casar”, relata.

De acordo com a Época, a namorada de Lula é a socióloga Rosângela da Silva, de São Paulo, e os dois começaram a se relacionar antes dele ser preso. A mulher tem por volta de 40 anos e faz visitas frequentes a Lula na cela da Polícia Federal.

Lula e Janta (foto: reprodução)

Ainda segundo a reportagem, o casal mantinha uma amizade desde os tempos das caravanas da cidadania. Janja, como Rosângela é chamada, vive em Curitiba e engatou um romance com o ex-presidente há mais de um ano.

Lula foi casado por 43 anos com Marisa Letícia, que morreu em janeiro de 2017, após um AVC. Depois disso, o ex-presidente não assumiu nenhum romance publicamente.

O ex-presidente também falou sobre política e outros planos futuros com o economista, como o de negociar um grande acordo nacional em defesa de trabalhadores e empresas. Ele revelou ainda ser contra intervenções na Venezuela.

Fonte: Correio 24h; Época.