A proposta de cancelamento das eleições municipais de 2020 começa a ganhar cada vez mais apoio nos cenários político e jurídico do País. O que antes era apenas uma ideia, agora é discutida por deputados federais, senadores e ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O cancelamento das eleições é motivado pelo alastramento do coronavírus no Brasil, que pode afetar o calendário eleitoral anunciado pelo TSE.
Se a disseminação do vírus impedir a programação da Justiça Eleitoral, como convenções partidárias e o início da campanha nas ruas, a opção seria o cancelamento da eleição.
Pela proposta que circula nos ambientes político e jurídico, o pleito municipal seria transferido para 2022, sendo realizado junto com a eleição para presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais.
Se a proposta for levada adiante, seria colocada em prática a reforma política brasileira, que unifica as eleições. Essa proposta circula há mais de 20 anos pelo Congresso Nacional.
Para virar realidade, a reforma política permitiria aos atuais prefeitos e vereadores um mandado de seis anos, ao invés dos quatro anos garantidos atualmente.





