A cantora e compositora Eliana Printes, literalmente, entregou uma apresentação única dando o rumo da noite, ao abrir o show com “Baile da Ilusão“ da cantora Céu, 10ª faixa do disco “Caravana Sereia Bloom”, lançado em 2012.
O público presente, de todas as idades, sempre fiéis, estavam desde as 20hr no hall do espaço. Felizes. Impacientes. Cantando. Esperando músicas como “Andando em Silêncio”, 2ª música da noite, trouxe um ar nostálgico, típico do 1º disco da cantora.

Foto: Ricardo Lins / A Repórter
“Festa” de Sérgio Souto, do disco “Cinema Guarany” assumiu a terceira escolha precisa do repertório. Assim seguiram sucessos, músicas inéditas na voz da cantora, histórias.
A banda composta por Carlinhos Bandeira, China e Francisco Falcon completaram com “Lembrando Você”, a euforia crescente da plateia; outra composição de Sérgio Souto em parceria com Moacyr Luz.

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Eliana tem um público cativo, ao mesmo tempo, que ficou perceptível um nova geração de fãs. Talvez os filhos dos primeiros fãs, quiçá os netos. E a primeira surpresa veio com “Pavão Mysteriozo” de Ednardo, sucesso de 1976, parte da trilha sonora da novela Saramandaia.
Mais um momento inesperado aconteceu quando Eliana se senta para interpretar “Estado de Poesia” de Chico César. Essa foi, apenas, uma prova que a obra da cantora com nove discos lançados no Brasil, um na Alemanha e mais as várias coletâneas, em que suas músicas estão incluídas, conformam seu legado. A assinatura, impecável, em sua releitura da canção.

Foto: Ricardo Lins / A Repórter
“Crepúsculo de uma Deusa” de Mona Gadelha foi a faísca para Eliana Printes e plateia se tornarem um único coro. Sabe aquele instante em que é impossível dividir artista, público, obra e imortalidade?

Foto: Ricardo Lins / A Repórter
Ao cantar “Se chovesse você” parceria sua com Adonay Pereira e Eliakin Rufino, gravada em dueto com Chico César, veio aquela frase do escritor moçambicano Mia Couto onde diz que “a música é a língua materna de Deus”. E essa energia é a prova de que Eliana Printes transcende o espaço físico para ser diva, divina, precisa e inesquecível.

Foto: Ricardo Lins / A Repórter
Alguém, ainda, duvida?
O gran finale, a cereja do bolo, veio quando Eliana chamou ao palco o dançarino Hudson Praia (Ex Carrapicho) para juntos emocionarem o público com a toada “Tic Tic Tac”, em homenagem, merecida, ao inesquecível Zezinho Correa.
Deslumbrante!






Respostas de 2
Foi inesquecível
A Eliana sempre entrega muito nos shows dela! É um orgulho do estado do Amazonas!!