Com a chegada de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, a China viu uma oportunidade para reforçar seu papel de liderança no cenário global, principalmente no que diz respeito ao multilateralismo e à ação climática. O governo chinês se posicionou firmemente contra a decisão de Trump de retirar os Estados Unidos do Acordo Climático de Paris, um tratado internacional que visa mitigar as mudanças climáticas através da colaboração global.
Além disso, Pequim manifestou apoio à Organização Mundial da Saúde (OMS) quando Trump anunciou a saída dos Estados Unidos da organização. Este apoio não apenas fortalece a imagem da China como uma defensora da cooperação internacional em tempos de pandemia, mas também permite ao país influenciar as decisões da OMS conforme seus próprios interesses e objetivos globais.
Com essas atitudes, a China busca preencher o vácuo deixado pela política externa dos Estados Unidos, promovendo uma agenda de multilateralismo e cooperação internacional, contrastando com a postura isolacionista de Trump. Ao contrário dos EUA, a China está apostando na colaboração entre países para enfrentar desafios globais, como as mudanças climáticas e a saúde pública, e se posiciona como uma liderança alternativa no cenário mundial.





