Uma cadeira de rodas foi violentamente atraída por uma máquina de ressonância magnética durante um atendimento em uma clínica de diagnósticos por imagem, em Vitória (ES). O caso aconteceu enquanto uma paciente de 70 anos se preparava para realizar um exame de rotina.
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A ressonância magnética funciona com um campo magnético extremamente potente, que permanece ligado continuamente, mesmo quando o equipamento não está sendo utilizado. Por isso, objetos feitos de metais como ferro, níquel e cobalto podem ser puxados com grande força ao entrarem na sala do exame.
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Por questões de segurança, cadeiras de rodas comuns, macas convencionais, cilindros de oxigênio, tesouras, chaves, moedas e outros objetos metálicos não podem entrar no ambiente da ressonância. Apenas equipamentos fabricados com materiais não magnéticos são permitidos.
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O incidente serve como alerta sobre a importância do cumprimento rigoroso dos protocolos de segurança em clínicas e hospitais, evitando acidentes e garantindo a proteção de pacientes e profissionais.
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Cadeira de rodas é atraída por máquina de ressonância magnética em clínica
- Incidente reforça os riscos da entrada de objetos metálicos em salas de exames.
Lêda Passos
Redatora informativa | Acadêmica de Jornalismo
dedicada a conteúdos que impactam o cotidiano.
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