Muitas pessoas amam. Outras odeiam. Não é sobre Jair Bolsonaro, mas sim do horário de verão. Entre novembro e fevereiro, o horário de verão altera a rotina de boa parte das cidades brasileiras. Quem mora em cidades praianas costuma amar, já que a noite demora para chegar.

Na próxima semana, o presidente Jair Bolsonaro deve tomar uma decisão quanto a extinção ou não do horário de verão. O presidente pediu ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, um estudo sobre este horário. A partir dele, que reúne prós e contras, o presidente vai decidir se extingue ou mantém o horário de verão.

“O presidente já deu declarações no passado de que era contrário ao horário de verão. Mas pediu de forma totalmente isenta para que eu apresente o estudo para ele tomar a decisão”, comentou Albuquerque, que acompanha a comitiva brasileira que desembarcou em Israel no domingo (31).

O horário de verão está em vigor em três regiões do Brasil: sul, sudeste e centro-oeste. Caberá a Bolsonaro definir se continuará existindo ou não após analisar o documento produzido pelo Ministério de Minas e Energia. O intuito do horário de verão é diminuir o consumo de energia elétrica. Mas não apenas isso.

Segundo David Perau, especialista em horário de verão e P.h.d pelo Instituto Tecnológico de Massachusetts, a diminuição da criminalidade no horário de saída do trabalho e o aumento do lazer da população também estão entre os benefícios desta medida.

Bolsonaro já deve saber que, independente da decisão que tomar, receberá críticas e elogios.