O presidente Jair Bolsonaro terá que refazer o exame para o coronavírus após saber que seu segurança está com a doença desde o dia 18 de março.

A proximidade entre o segurança Ari Celso Rocha de Lima Barros, de 39 anos, e Bolsonaro colocaram o presidente num grupo de risco que precisa ser submetido a exames para análise de quadro clínico.

A família do capitão da PM do Distrito Federal informou que ele estava em isolamento domiciliar desde que descobriu a doença, no dia 18. Porém, desde ontem, o quadro do paciente piorou e ele foi levado para o Hospital de Base de Brasília.

Familiares disseram à reportagem que o policial sempre viajava com o presidente, e que possivelmente pegou o coronavírus numa dessas viagens.

A mãe do policial, Julmar Rocha, disse que ele estava em isolamento em casa para não contaminar ninguém da família. “Ele estava em tratamento, em casa, mas de repente o quadro respiratório piorou muito e ele teve que ser levado às pressas para o hospital”, afirmou.

Na viagem para Miami, em que 23 integrantes da comitiva presidencial adoeceram, Ari não esteve presente.

Segundo a família, o policial ficou em casa tão logo teve o diagnóstico de coronavírus. O primeiro exame havia dado negativo.