A história toda começou na manhã do dia 6 de setembro, quando o professor Vitor Neves levou a esposa Priscila Bonfim ao hospital da região, para a realização do parto.

Após duas avaliações feitas pelos médicos, a equipe médica informou que não seria possível dar inicio ao procedimento, pois não havia no momento dilatação o suficiente.

No decorrer da história, o casal resolveu procurar um local o mais próximo possível do hospital para passar a noite após sugestão da médica, já que era véspera de feriado, havia greve de ônibus e chovia em São Paulo.

E assim foram parar em um motel, como Vitor contou aos jornalistas.

A chegada inusitada do bebê

A noite no motel foi tranquila, apesar das contrações espaçadas e irregulares, de acordo com o professor. Por segurança de sua esposa, tudo era monitorado à distância pela assistente de parto e pela equipe médica.

No início da manhã, as dores foram ficando mais fortes e, por volta das 7h, o parto parecia estar dando inicio naquele momento. Porém, não deu tempo de Vitor levar a esposa ao hospital nem da médica chegar ao motel. Às 9h40, a bolsa estourou.

Vitor foi recebendo orientações através de uma chamada de vídeo e acabou sendo o principal responsável por conduzir o nascimento de sua filha.

Mesmo tenso e bastante emocionado, ele conseguiu realizar o trabalho com perfeição e tranquilidade, e às 10h05 a pequena Chloé chegava ao mundo.
Logo em seguida, a médica e a enfermeira obstetra chegaram ao motel para prestar os primeiros atendimentos à bebê e cuidar da mãe, que estava exausta e sem forças, além de muito feliz.

Os motivos que levaram a multa

Agora, vem a parte mais inusitada desta história: a cobrança de uma multa por uma suposta “orgia” pela administração do motel.