Um dos adolescentes investigados pela morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis (SC), está prestes a completar 18 anos, o que pode influenciar o andamento do caso na esfera jurídica.
O jovem retornou recentemente ao Brasil após uma viagem de formatura à Disney, nos Estados Unidos, e teve o celular apreendido pela Polícia Civil no aeroporto.
A apreensão dos aparelhos faz parte das diligências para coleta de provas digitais, incluindo mensagens, imagens, vídeos, registros de localização e possíveis interações em redes sociais relacionadas ao caso. O material será submetido à perícia técnica para auxiliar no esclarecimento dos fatos.
Por se tratar de um investigado que está próximo de atingir a maioridade, autoridades avaliam os impactos legais quanto ao enquadramento do caso, já que menores respondem sob as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), enquanto maiores de idade passam a ser julgados pelo Código Penal.
As investigações seguem em andamento para apurar o nível de envolvimento dos suspeitos na morte do animal, que gerou grande comoção pública e mobilização por justiça.





