Um grave acidente chocou os Estados Unidos nesta semana: Keith McAllister, de 61 anos, morreu após ser sugado por uma máquina de ressonância magnética enquanto acompanhava a esposa em uma clínica na vila de Westbury, no estado de Nova York. O incidente ocorreu na quarta-feira (16), durante um exame de imagem no Nassau Open MRI.
De acordo com o relato de Samantha Bodden, enteada da vítima, o padrasto havia entrado na sala do exame a pedido de um técnico, que se ausentou para buscar ajuda na hora de retirar a paciente da máquina. No entanto, o profissional esqueceu de alertar McAllister sobre o risco do cordão metálico que ele usava no pescoço.
“O campo magnético o puxou violentamente para a máquina. Ele ficou preso por quase uma hora até conseguirem remover o objeto”, contou Samantha. A vítima chegou a ser levada ao hospital, mas teve morte confirmada no dia seguinte, em decorrência de múltiplas paradas cardíacas.
Ainda segundo os familiares, o técnico e a esposa da vítima tentaram libertá-lo por vários minutos antes de chamarem a polícia.
O caso está sob investigação pelas autoridades locais. Até o momento, a clínica não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido.
🔍 Alerta sobre protocolos de segurança
Máquinas de ressonância magnética geram campos magnéticos intensos capazes de atrair qualquer objeto metálico motivo pelo qual todos os pacientes e acompanhantes devem ser rigorosamente orientados a retirar joias, piercings, relógios, cartões com chip, armas e qualquer item metálico antes de entrar na sala.
Casos assim, embora raros, já foram registrados no passado. Em fevereiro de 2023, em São Paulo, o advogado Leandro Mathias de Novaes morreu após a arma que carregava ser puxada pela máquina durante o exame da mãe. O disparo acidental o atingiu no abdômen.







