A morte de Júlia Gabriela Bravin Trovão, de 29 anos, gerou grande repercussão e reacendeu o debate sobre violência contra a mulher no país.
Segundo informações divulgadas, Júlia foi morta junto com o namorado. Ao longo de cinco anos, ela havia registrado 10 boletins de ocorrência contra o ex-companheiro, Diego Sansalone, de 38 anos.
As denúncias incluíam ameaça, injúria, difamação, dano e descumprimento da guarda compartilhada do filho.
Nesse período, Júlia solicitou três medidas protetivas.
Apenas uma foi concedida. O último pedido teria sido negado pouco antes do crime.
O duplo homicídio aconteceu no sábado (21), na Avenida Cecília Lourenção, no Residencial Ouro Verde, em Botucatu. O caso segue sob investigação das autoridades competentes.
A tragédia reforça a discussão sobre a importância da proteção às vítimas que denunciam situações de violência e buscam amparo judicial.









