Yalorixá e ex-secretária de Promoção da Igualdade Racial de Simões Filho foi morta na noite de quinta-feira.
Uma triste notícia abalou a comunidade nesta semana, com o assassinato de Maria Bernadete Pacífico, uma líder quilombola proeminente. Yalorixá e ex-secretária de Promoção da Igualdade Racial de Simões Filho, na Bahia, foi brutalmente assassinada na noite de quinta-feira.
Bernardete Pacífico era conhecida por sua dedicação à causa quilombola e pela promoção da igualdade racial. Sua atuação como líder e ativista foi essencial para dar visibilidade às questões enfrentadas pela comunidade quilombola na região.
A morte trágica de Bernardete Pacífico é um duro direcionador das ameaças enfrentadas por defensores dos direitos humanos e líderes comunitários que lutam por justiça, igualdade e inclusão. Sua contribuição para a promoção da diversidade cultural e a luta contra a demonstração deixa um legado valioso.
Quanto às investigações sobre o assassinato estão em curso, é fundamental que haja um esforço conjunto para esclarecer os fatos e levar os responsáveis à justiça. A perda de Bernardete Pacífico é profundamente lamentável e ressalta a importância contínua de proteger os direitos e a segurança dos ativistas que trabalham para criar um mundo mais justo e inclusivo.






