Uma mulher identificada como Catalina recebeu autorização do sistema de saúde da Colômbia para ter acesso à morte assistida após enfrentar, durante anos, um quadro de depressão grave e outros transtornos mentais.
Segundo informações divulgadas pela imprensa local, o pedido foi analisado por uma equipe médica, que avaliou o histórico clínico da paciente e concluiu que o caso atendia aos critérios previstos na legislação colombiana para esse tipo de procedimento.
A decisão reacendeu o debate sobre os aspectos éticos, médicos e legais relacionados à assistência médica no fim da vida, especialmente quando envolve pacientes com transtornos psiquiátricos. O tema divide opiniões entre especialistas, entidades médicas e a sociedade.
A Colômbia está entre os poucos países que permitem, em situações específicas e após rigorosa avaliação, a realização da morte assistida. Cada solicitação é analisada individualmente, seguindo protocolos estabelecidos pelas autoridades de saúde.










