Manaus | 18 de julho de 2026 | 17:54:12

Justiça age contra influenciadora em meio à revolta por morte de cão em SC

Uma operação envolvendo a influenciadora e ativista da causa animal Potira Ribeiro trouxe novos desdobramentos ao caso do cachorro Orelha, morto após agressões na Praia Brava, em Florianópolis, no início de 2026.

Policiais civis de Santa Catarina cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência da ativista, localizada em São Paulo. A investigação apura possíveis crimes de calúnia e difamação contra membros do Judiciário catarinense, após críticas feitas por ela em transmissões ao vivo e redes sociais.

Apesar do mandado não prever prisão, Potira foi levada até uma delegacia em Guarulhos. A polícia afirmou que houve resistência e desacato durante a abordagem. Já a influenciadora divulgou vídeos alegando ter sofrido agressões físicas e verbais por parte dos agentes.

Após prestar esclarecimentos e assinar um Termo Circunstanciado, ela foi liberada. O caso segue em investigação.
⠀⠀
O episódio acontece em um momento de forte tensão envolvendo o chamado “Caso Orelha”, que continua sem desfecho judicial. O Ministério Público de Santa Catarina solicitou novas diligências, alegando que ainda não há provas suficientes para responsabilizar os adolescentes suspeitos pelas agressões ao animal.

Outro fato que aumentou a repercussão foi a morte do empresário Tony Marcos de Souza, no dia 13 de abril. Ele era investigado por suposta coação de testemunhas e morreu após um infarto.

Nas redes sociais, o caso tem gerado revolta e questionamentos sobre a condução das investigações. Parte do público critica o que considera rapidez nas ações contra quem se manifesta, enquanto o crime contra o animal segue sem responsabilização definida.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Relacionados

Espaço Publicitário

Últimas postagens