MANAUS – O conhecimento produzido na Universidade Nilton Lins acaba de ganhar um passaporte para o mundo. A instituição foi selecionada para integrar o programa CAPES-Global.Edu, uma iniciativa que conecta a ciência feita em Manaus com grandes redes de pesquisa internacionais.
Na prática, essa parceria vai revolucionar a aquicultura no estado — que é a técnica de criar peixes e outros organismos em ambientes controlados, como tanques. O objetivo é levar o que existe de mais moderno no mundo para dentro das comunidades do interior do Amazonas.
Ciência que vira comida e renda
Em vez de ficar apenas nos livros, a pesquisa da Nilton Lins quer chegar à ponta: no produtor de peixe. Através desse projeto, professores e alunos poderão trocar experiências com universidades estrangeiras para descobrir novas formas de produzir mais, gastando menos e preservando a natureza.
“A ideia é usar a criação de peixes para melhorar a vida do homem do interior, gerando bem-estar e novas oportunidades econômicas”, explica a Dra. Elizabeth Gusmão, coordenadora da área na Nilton Lins.
Referência mundial
Ao participar desse consórcio internacional, a Nilton Lins coloca o Amazonas como uma referência global no setor. Para a reitora Gisélle Lins Maranhão, a aprovação é o resultado de um esforço para levar a universidade além das fronteiras e garantir ensino de excelência que realmente mude a realidade da região.
O lançamento oficial das atividades acontece em Brasília, nesta semana, marcando o início de uma nova fase para a pós-graduação e para o setor produtivo do estado.








