A morte repentina do pastor evangélico Moisés Galdino, de 53 anos, ganhou um novo e polêmico capítulo. Pela primeira vez desde a tragédia ocorrida em um motel de Ipatinga, no Vale do Aço, a mulher que o acompanhava decidiu falar, trazendo uma versão que desafia a lógica comum e incendeia as redes sociais.
O “Propósito” no Motel
Diferente do que as circunstâncias poderiam sugerir, a mulher negou veementemente qualquer envolvimento romântico ou extraconjugal com o religioso. Segundo o seu relato, a presença de ambos no quarto de motel fazia parte de uma “campanha de oração” vinculada às atividades da igreja.
Mais surpreendente ainda foi a afirmação de que o encontro não era secreto: ela garantiu que o próprio marido sabia que ela estava no local com o pastor para o suposto ato de fé.
O Momento da Tragédia
O que deveria ser um momento de intercessão religiosa, segundo a versão da acompanhante, terminou em desespero. De acordo com informações do Samu, a mulher relatou que, subitamente, o pastor Moisés Galdino começou a passar mal e desmaiou.
As equipes médicas foram acionadas rapidamente e identificaram sinais claros de infarto. Durante cerca de uma hora, os socorristas realizaram manobras de reanimação na tentativa de salvar o líder religioso, mas o óbito foi constatado ainda dentro do estabelecimento.
Repercussão e Mistério
A explicação da sobrevivente dividiu opiniões e gerou uma onda de debates sobre a conduta de líderes religiosos e as justificativas apresentadas em casos de flagrante ambiguidade. Enquanto familiares e fiéis lamentam a perda de Galdino, as autoridades e a comunidade local tentam entender os contornos dessa “missão espiritual” em um ambiente tão atípico.
Até o momento, a polícia trata o caso como morte por causas naturais, mas a narrativa da “oração no motel” permanece como o ponto central da curiosidade e do ceticismo público.
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