O número de candidatos reprovados no processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) voltou a chamar atenção no Brasil.
Dados recentes apontam cerca de 190 mil reprovações, elevando a taxa para 6,8%.
A CNH é emitida pelos Departamentos Estaduais de Trânsito, vinculados à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), órgão responsável por coordenar a política nacional de trânsito.
Especialistas apontam que diversos fatores podem influenciar no aumento das reprovações, como maior rigor na fiscalização dos exames práticos, nervosismo dos candidatos, falhas na formação teórica e prática, além da pressão emocional no dia da prova.
O exame para obtenção da habilitação envolve etapas obrigatórias: prova teórica, aulas práticas e teste de direção veicular. Erros considerados eliminatórios, como avançar sinal vermelho, não usar cinto de segurança ou cometer infrações graves durante o teste, resultam em reprovação automática.
Apesar da percepção de que “ficou mais difícil”, o processo segue baseado nas normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
O que pode ter mudado, segundo especialistas, é a fiscalização mais rígida e a padronização dos critérios de avaliação.
Para candidatos, a recomendação é reforçar as aulas práticas, treinar controle emocional e revisar constantemente a legislação antes de realizar as provas.






