O desaparecimento de cães comunitários nas proximidades do centro de distribuição do Mercado Livre, em Araucária, gerou revolta entre protetores de animais e mobilização das autoridades locais.
Segundo denúncias, na noite do dia 28 de janeiro de 2026, funcionários teriam realizado uma “operação” para retirar os animais do local. Desde então, os cães não foram mais vistos, o que levantou suspeitas e levou a protestos em frente à unidade da empresa.
Posicionamento da empresa
Em nota enviada ao portal G1, o Mercado Livre informou que demitiu os funcionários envolvidos, alegando que a ação descumpriu as políticas internas de bem-estar animal da companhia. A empresa também afirmou que não compactua com qualquer prática que coloque animais em risco.
Contradições e
novas denúncias
Inicialmente, circulou a informação de que os cães teriam sido encaminhados a uma ONG da região. No entanto, reportagem publicada pelo jornal O Popular do Paraná apontou que a versão apresentada não se confirmou.
De acordo com o veículo, a empresa teria tentado entregar animais diferentes a uma ONG em Fazenda Rio Grande para encobrir o desaparecimento dos cães comunitários originais. Dois deles foram desolados em Campo largo e foram encontrados por uma equipe de protetores.
A denúncia aumentou ainda mais a pressão popular e os pedidos por esclarecimentos.
Investigação em andamento
O caso está sendo acompanhado pela Polícia Civil e pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
Protetores independentes e moradores realizaram protestos pedindo transparência e responsabilização.
As investigações devem esclarecer o paradeiro dos animais e se houve crime ambiental ou maus-tratos.






