A Justiça do Amazonas decidiu manter as prisões preventivas dos investigados no Caso Djidja Cardoso, incluindo Cleusimar de Jesus Cardoso e Ademar Farias Cardoso Neto — mãe e irmão da vítima que irão passar o Réveillon presos em Manaus.
O que aconteceu
A juíza Roseane do Vale Cavalcante Jacinto, da Comarca de Manaus, rejeitou os pedidos de soltura e demais recursos das defesas.Os advogados argumentaram, entre outras coisas, excesso de prazo no andamento do processo, mas a juíza considerou que o processo transcorre dentro da normalidade, dada sua complexidade e volume de provas.
Todos os pedidos, incluindo a revogação da prisão preventiva ou substituição por outras medidas cautelares (como prisão domiciliar), foram negados.
Também foi negado o pedido da defesa de outro investigado, Verônica Seixas, para remoção da tornozeleira eletrônica.
Contexto do casoDjidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido, foi encontrada morta em 28 de maio de 2024, com sinais de overdose causada por cetamina, substância alucinógena de uso veterinário.A investigação aponta que os réus estariam envolvidos em captação, distribuição e uso indiscriminado da substância.
O processo ainda não foi julgado em definitivo, e a fase final na primeira instância segue em andamento, com manifestações ainda abertas antes da sentença.
Situação atual
✔ Prisão preventiva mantida para Cleusimar e Ademar (e outros réus)
✔ Réveillon de 2025/2026 será passado presos em Manaus
✔ Processo segue em tramitação, com possibilidade de recursos no STJ e outras instânciasSe você quiser, posso explicar quem são os outros envolvidos no processo e o que está sendo investigado em detalhes.






