A orla do Rio Negro e os igarapés de Manaus respiram melhor ao final de 2025. A Prefeitura de Manaus, via Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), encerra o ano com um balanço impressionante: 3.495 toneladas de resíduos sólidos foram retiradas das águas, consolidando o maior ciclo de limpeza hídrica da história da capital amazonense.
O resultado não é apenas um número, mas o reflexo de uma mudança de estratégia que transformou a limpeza dos rios em uma política de estado permanente, e não apenas ações emergenciais.
O “Escudo” das Ecobarreiras
Um dos grandes heróis dessa marca são as ecobarreiras. Implementadas com força total a partir de 2024, essas estruturas funcionam como filtros que interceptam o lixo ainda nos igarapés, antes que os resíduos cheguem ao leito principal do Rio Negro.
Antes das barreiras: A Semulsp chegava a retirar 700 toneladas de lixo por mês diretamente da orla.
Com as barreiras: O volume de lixo que alcança o rio caiu drasticamente, permitindo que o trabalho de transbordo seja mais controlado e eficiente.
“Patrimônio protegido”
Para o secretário da Semulsp, Sabá Reis, o fechamento de 2025 confirma um novo patamar ambiental para a cidade.
“A limpeza hídrica deixou de ser emergencial e passou a ser permanente. O trabalho evita que o lixo se acumule no rio e protege um dos maiores patrimônios naturais de Manaus”, celebrou o secretário.
Além da beleza cênica da nossa orla, a retirada desses milhares de toneladas impacta diretamente na saúde pública, eliminando focos de doenças e o mau cheiro causado pelo lixo acumulado nos períodos de chuva.





