A Justiça do Amazonas determinou que a retirada dos flutuantes do Tarumã-Açu, em Manaus, deverá começar até maio de 2026. A decisão rejeitou o cronograma apresentado anteriormente pela Prefeitura de Manaus, que previa o início das remoções apenas em 2027, por considerar o prazo incompatível com a necessidade de preservação ambiental da bacia hidrográfica.Conforme a determinação judicial, a prefeitura terá 15 dias para apresentar um novo plano de ação revisado.
Após a aprovação, todo o processo de retirada deverá ser concluído em até um ano. As ações de comunicação com os ocupantes, cortes de energia e remoção dos flutuantes deverão ocorrer de forma simultânea, evitando etapas prolongadas.
A Justiça também autorizou o apoio da Guarda Municipal, das polícias Militar e Civil, além do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). O Ibama e o Ministério do Meio Ambiente serão comunicados para atuar na fiscalização supletiva.
O processo tramita há mais de 20 anos e, em 2024, a prefeitura identificou cerca de 903 flutuantes na área, em sua maioria usados para lazer, recreação e comércio.





