O colaborador Rozitto, identificado nas redes sociais como @rozittof, usou seu perfil no Instagram para denunciar que está sofrendo perseguição e assédio moral por parte de um gestor dentro de uma unidade das Casas Bahia localizada na região Nordeste.
Em um vídeo publicado no Reels e reforçado por texto na legenda, o funcionário afirma que o supervisor tem dificultado seu trabalho, inclusive se recusando a abrir chamados técnicos para consertar o celular corporativo mesmo após ele ter seguido os procedimentos internos. Segundo Rozitto, o setor de TI da empresa informou que o gestor direto deveria fazer essa solicitação, mas isso nunca foi feito.
“Abri 3 chamados alegando que meu celular corporativo não funcionava e o pessoal do TI me passou que ele próprio teria que abrir o chamado, porém ele nunca abriu de propósito para me prejudicar”, relatou.
Além disso, Rozitto denuncia uma política de advertências considerada abusiva. Alega que atrasos mínimos e discordâncias com o gestor são punidos com advertência formal, assim como a recusa de clientes em contratar produtos, como cartões de crédito.
“Se eu chegar 1 min atrasado é motivo para advertência. Se não fizer cartão de crédito (mesmo o cliente não querendo), levamos advertência! Uma empresa que amo trabalhar, estou perdendo todo o brilho e a vontade de estar no ambiente pela gestão desse tipo!”, desabafou.
A publicação gerou grande repercussão nas redes, com dezenas de comentários de apoio e relatos semelhantes de outros profissionais do setor varejista, muitos deles também mencionando experiências difíceis com metas abusivas e cobranças excessivas.
Até o momento, a Casas Bahia não se pronunciou oficialmente sobre o caso.






