O Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025, publicado nesta quinta-feira (25), revela que cerca de 20% dos professores que atuam na educação infantil ainda não possuem ensino superior completo. O levantamento aponta que a formação docente a distância tem crescido nos últimos anos, mas especialistas alertam para os riscos dessa modalidade quando se trata de atividades práticas fundamentais na primeira infância.
A pesquisa destaca que a carência de formação completa pode impactar diretamente a qualidade do ensino, principalmente em atividades que exigem interação direta, desenvolvimento motor e acompanhamento individualizado das crianças. Educadores e gestores defendem políticas que incentivem a qualificação presencial, garantindo que professores estejam plenamente preparados para lidar com as demandas da educação infantil.
O estudo ainda sugere que novas políticas de formação a distância devem ser acompanhadas de avaliações rigorosas e acompanhamento prático, para não comprometer a aprendizagem das crianças.






