O transporte público da capital amazonense inicia uma nova fase a partir do próximo dia 23 de junho (segunda-feira). O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) informou que não será mais permitido o pagamento de passagens em dinheiro em estações de integração, terminais e em 14 linhas de ônibus urbanas.
A iniciativa marca o avanço da digitalização no sistema de bilhetagem eletrônica e visa aumentar a segurança de trabalhadores e passageiros, além de agilizar o embarque e reduzir o manuseio de cédulas nos coletivos.
Linhas incluídas na primeira etapa:As seguintes linhas farão parte do projeto piloto: 019, 042, 102, 125, 209, 300, 605, 616, 623, 625, 672, 690, 708 e A407. Segundo o Sinetram, essas rotas foram selecionadas por apresentarem baixa incidência de pagamento em espécie.
Como será feito o pagamento: O novo modelo aceitará exclusivamente os seguintes meios: Cartão PassaFácil (Comum, Estudante, Idoso e PCD)QR Code gerado via app “Cadê Meu Ônibus Recarga”Cartões bancários com tecnologia por aproximação (EMV), válidos apenas nos validadores instalados nos terminais.
Onde emitir ou recarregar:Para facilitar a transição, o Sinetram disponibilizou locais físicos e atendimento digital: Emissão do PassaFácil Comum pode ser feita sem agendamento no próprio Sinetram (Av. Constantino Nery), no Shopping Phelippe Daou, no Terminal 7 (das 7h às 16h45) e em todos os terminais (de segunda a sexta, das 7h às 19h).
Também é possível solicitar o cartão pelo Telegram: (@sindy_sinetram_bot), com entrega em domicílio ou retirada nos pontos.
Haverá ainda totens de autoatendimento nos terminais com opção de recarga por Pix, cartão ou dinheiro (para recarga, não para embarque).
Medida atende a acordo com MP-AMA ação é parte de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Amazonas, que exige melhorias no sistema de transporte. A medida também busca reduzir casos de assalto a ônibus, uma demanda recorrente dos motoristas e cobradores.
Cidades como exemplo a mudança segue o exemplo de outras capitais brasileiras como São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte onde a retirada do dinheiro dos coletivos ajudou a reduzir crimes e acelerou a mobilidade urbana.






