Um acidente doméstico envolvendo um balão de festa resultou na morte trágica de uma criança, segundo informações divulgadas pelo Instituto Médico Legal (IML). O caso, tratado como uma fatalidade, está sendo investigado, mas as autoridades já adiantam: o sufocamento teria sido causado por um balão do tipo Mylar, preenchido com gás hélio.
De acordo com o laudo preliminar, o objeto pode ter sido colocado acidentalmente sobre o rosto da criança, bloqueando vias respiratórias. Por ser feito de material metálico e não poroso, o balão cria uma vedação que impede a entrada de ar o que pode causar asfixia em poucos minutos, especialmente em crianças pequenas.“O que temos até o momento é um caso de sufocamento acidental. É uma tragédia que serve de alerta para todos os pais e responsáveis”, declarou o legista responsável.
A identidade da vítima não foi divulgada a pedido da família.Balões metalizados são comuns em festas infantis, mas representam riscos quando manuseados sem supervisão. Segundo a Comissão de Segurança de Produtos de Consumo dos EUA (CPSC), balões estão entre os principais causadores de morte por sufocamento em crianças menores de 8 anos.
Especialistas orientam: Nunca deixar crianças brincarem com balões sem supervisão; Evitar balões soltos no ambiente com crianças pequenas; Descartar imediatamente balões murchos ou estourados; Fixar balões com pesos ou cordas curtas para evitar que cheguem ao rosto.
O caso segue em apuração, mas não há indícios de negligência ou crime. A tragédia reforça a importância da atenção redobrada com objetos aparentemente inofensivos dentro de casa.






