Projeto marca avanço na sustentabilidade e na gestão de resíduos sólidos no interior do Amazonas
A prefeita de Nhamundá, Marina Pandolfo (União Brasil), homologou um contrato de quase R$ 7 milhões para a aquisição de equipamentos voltados à implantação de uma usina de carbonização no município. O contrato, publicado no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (09/05), é financiado com recursos da União e visa melhorar a gestão de resíduos sólidos na cidade.
Apesar do potencial ambiental do projeto, o alto valor do investimento tem gerado críticas. O Ministério Público de Contas do Amazonas já recomendou que a prefeita priorize áreas essenciais, como saúde e educação, antes de investir em iniciativas de alto custo como essa. Críticos defendem um debate mais amplo sobre a real urgência da obra diante das necessidades básicas da população.
A gestão de Marina Pandolfo já foi alvo de questionamentos anteriores, como a assinatura de contratos milionários logo após sua reeleição em 2024 e uma investigação sobre possível conflito de interesses envolvendo um parente seu. Diante disso, cresce a cobrança por mais transparência e fiscalização para garantir o uso responsável dos recursos públicos.





