A decisão foi tomada pelo desembargador Flávio Jardim, que reconheceu a inelegibilidade de Rates devido a irregularidades em prestações de contas durante gestões anteriores no município.
Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), quatro prestações de contas de convênios firmados em administrações passadas foram julgadas irregulares. Essas pendências haviam sido suspensas temporariamente, permitindo a candidatura de Rates nas eleições de 6 de outubro, quando ele venceu com 52,34% dos votos válidos. No entanto, a Advocacia Geral da União (AGU) recorreu contra essa suspensão, e o TRF cassou o registro.
Mais uma vez, vemos como históricos de má gestão podem comprometer não apenas a candidatura, mas a confiança da população. A cassação do registro de Ivon Rates é um alerta para que os eleitores avaliem com mais cuidado o passado administrativo de seus candidatos. Afinal, a responsabilidade na gestão pública é um compromisso que começa muito antes das urnas.
Essa é uma situação que deixa o município de Envira em uma posição delicada, reforçando a necessidade de mais transparência e ética na política local. Ivon Rates, definitivamente, está mal na fita com essa decisão judicial que compromete seu futuro político e a estabilidade da administração municipal.









