Em seu novo livro, intitulado Vivendo Como um Guerreiro, o humorista fala sobre a dificuldade de perder o pequeno.

Whindersson Nunes abriu o coração sobre a morte do filho, João Miguel, dois dias após nascer prematuro de 22 semana. Em seu novo livro, intitulado Vivendo Como um Guerreiro, o humorista revela que o pequeno, fruto do relacionamento com Maria Lina, foi cremado.

“Pegamos João no colo, sem vida. Foi o momento em que eu mais chorei em toda a minha vida, e esse momento dura até hoje. A Maria, também. Entre as incredulidades do que estava acontecendo, escrevi com fé no Twitter: Deixai vir a mim os pequeninos, porque deles é o Reino dos Céus. E nada mais havia para ser dito. Havia muito para ser sentido. A dor de voltar para casa. A dor do desabamento de um sonho. A dor do adeus. A dor de voltar sem a criança e sem a barriga, depois de meses de esperança”, disse Whindersson.

O primeiro capítulo da obra é intitulado Meu filho, João.

“Tudo foi inédito. Nada disso havia acontecido, nem havia sido imaginado. Uma dor muito grande. Antes de ser pai, eu conheci a dor de perder um filho. Um pedaço de mim. Um alguém igual a mim. Confesso que sempre me mantive muito crente de que tudo ia dar certo”, declarou.

Uso de drogas

Em um outro trecho, divulgado pelo portal Extra, o humorista confessou que se “afundou” nas drogas após o fim de seu casamento com a cantora Luísa Sonza.

“(…) Quando acabou com Luísa, eu também tive o meu penhasco (…) Reconheço que errei, que as drogas foram me destruindo (…) Não havia mais intervalos entre as drogas. Eu acordava e desacordava para a vida. Eram drogas e mais drogas tentando estancar sei lá o que”, diz ele em um trecho do livro Vivendo Como um Guerreiro.

Fonte: Metrópoles