O tratamento da infecção envolve a administração de antifúngicos por via oral e vaginal, durante um período que varia de sete a 14 dias. No entanto, em casos de infecções recorrentes por cândida, a terapia pode se estender e ser coordenada entre o ginecologista e o imunologista, de acordo com Maria dos Anjos Neves Sampaio Chaves.
É altamente recomendado que, antes de optar por qualquer forma de tratamento, seja buscada a avaliação de um médico para o correto diagnóstico e orientação. Isso se mostra crucial para prevenir a utilização inadequada dos medicamentos, mitigando o risco de não conseguir erradicar a infecção ou ocasionar complicações adicionais.
“O médico deve conduzir um exame na paciente, analisando a pele, a coloração da mucosa e o odor na área genital. Há situações em que a candidíase não é a causa ou está associada a outra condição”, alerta a ginecologista do Salomão Zoppi.










