Medida visa aumentar o alcance e a visibilidade de todo o processo eleitoral, garantindo a comprovação de que os votos correspondem ao resultado final.

No dia da eleição, algumas urnas são sorteadas e submetidas a auditorias independentes para comprovar se os votos correspondem ao resultado final. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) triplicou o número de urnas eletrônicas que são submetidas a essa auditoria. A resolução sobre os ajustes na auditoria externa foi aprovada pelo TSE com o apoio de todos os ministros da corte. Com a medida, a verificação por amostragem será feita em pelo menos 3% e no máximo 6% do total de urnas, preparadas para cada zona eleitoral. Além disso, a previsão é de no mínimo uma urna por município. E todas serão escolhidas de forma aleatória.

O relator da proposta, o presidente do Tribunal, ministro Edson Fachin, enalteceu a iniciativa de ampliar a fiscalização para testar a integridade do sistema eletrônico de votação. “A alteração aqui proposta aumenta a quantidade de seções que serão submetidas ao teste de integridade das urnas eletrônicas, alargando consectariamente o alcance, a visibilidade e a transparência de todo o processo eleitoral, indo ao encontro de múltiplas metodologias que atestam a integridade do sistema eletrônico de votação”, disse. Segundo o TSE, o objetivo é aumentar o alcance e a visibilidade em todo o processo eleitoral.

Fonte: JP Notícias