De acordo com levantamento da Febraban, quem tem mais de 60 anos corresponde a 30% de todas as vítimas de falcatruas.

A quarta edição da pesquisa Radar Febrabran mostra que os casos de golpes e tentativas de fraudes em pessoas com mais de 60 anos se mantiveram no mesmo patamar o ano inteiro. As pessoas dessa faixa etária representam uma média de 30% de todas as vítimas. Desse total, 30% caíram nos golpes e perderam dinheiro. A pesquisa também revela outros dados sobre tentativas de golpe: a clonagem de cartão segue como a mais comum, com cerca de 48% dos casos. Outros dados também chamam atenção: a ligação do falso funcionário da central de atendimento, quando do outro lado da linha alguém finge ser funcionário de um banco, solicita dados, oferece serviços e aplica o golpe. A pesquisa revelou que as ocorrências são as mais comuns entre clientes da faixa etária de 45 a 59 anos. Os golpes por aplicativo de conversa também continuam bastante ativos, ocupando o terceiro lugar no ranking. Nestes casos, a dinâmica é sempre a mesma: alguém chama para o bate papo fingindo ser alguém conhecido e pedindo dinheiro. Do outro lado, a pessoa confia, faz esse tipo de transferência e cai no golpe. Esse tipo de ação corresponde a mais de 20% dos casos. Os jovens são citados em casos de leilão de loja virtual falsa, com 5% dos casos atingindo a faixa etária dos 18 aos 24 anos.

Fonte: JP Notícias