Um terçado foi usado na confusão, o que ocasionou a morte de um homem de 38 anos no município de Itapiranga, no interior do Amazonas.

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da 38ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Itapiranga (distante 227 quilômetros da capital), prendeu em flagrante dois homens, ambos de 48 anos, pelo crime de homicídio praticado contra um pescador, que tinha 38 anos, e que era irmão e primo dos autores. As prisões ocorreram no bairro Terra Nova, naquele município.

De acordo com o delegado Aldiney Nogueira, titular da 38ª DIP, momentos antes das prisões, a polícia havia sido acionada para atender uma ocorrência de briga familiar. Em diligências, a vítima foi encontrada sem vida e com ferimentos causados por arma branca.

“Ao nos depararmos com o corpo da vítima, iniciamos os procedimentos de coleta de informações sobre o caso e chegamos a um dos homens envolvidos no crime, que seria primo do pescador. Este foi encontrado sob efeito de bebida alcoólica na casa de uma de suas filhas e, posteriormente, foi conduzido à delegacia, onde confessou a prática do crime”, explicou o delegado.

Conforme o delegado, durante o interrogatório, o indivíduo alegou ter agido em legítima defesa do irmão do pescador, seu primo, que estava sendo agredido pelo fato da vítima ter suspeitado do furto de uma malhadeira.

“O primo que estava sendo agredido pediu ajuda para que o irmão do agressor pegasse um terçado e resolvesse a situação, e assim foi feito. De posse da arma branca ele desferiu golpes nos braços do então agressor do próprio irmão”, contou o delegado.

Ainda conforme a autoridade policial, o autor dos golpes criminosos perguntou ao outro, que o pediu para praticar o ato, se deveria continuar com as agressões, e este teria respondido que sim, e de pronto ele desferiu outros golpes na vítima, que não resistiu e veio a óbito no local.

Os dois homens envolvidos foram presos em flagrante pelo crime de homicídio. Após os procedimentos cabíveis, os indivíduos permanecerão na DIP, onde ficarão à disposição da Justiça.

 

Fonte: Opinião Manauara