Doença causou a morte de dois pacientes no estado, conforme FVS-AM.
O número de casos confirmados da Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) subiu para 15 no Amazonas, informou a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM), nesta segunda-feira (11). A doença, que atinge crianças e adolescentes, já causou a morte de dois pacientes no estado, segundo o órgão.
De acordo com a FVS-AM, todos os casos foram notificados em Manaus, em razão da cidade possuir uma maior estrutura e recursos diagnósticos. No entanto, os município de residência dos pacientes foram: Manaus (11), Tabatinga (02), Careiro (01) e Manacapuru (01).
No Amazonas, entre os casos confirmados de SIM-P, por faixa etária, cinco (33,3%) são crianças menores de um ano, sendo três do sexo feminino e dois do sexo masculino. Outras cinco (33,3%) crianças na faixa etária de 1 a 4 anos, sendo quatro do sexo masculino e um do sexo feminino.
Em menor porcentagem (20%), há três crianças na faixa etária de 5 a 8 anos, dois do sexo masculino e uma do sexo feminino. Na faixa etária de 10 a 13 anos, são duas crianças, sendo uma de cada sexo, conforme o boletim.
Dos casos confirmados de SIM-P no Amazonas, dez pacientes apresentaram alta médica, três permanecem internados, sendo acompanhados por uma equipe multiprofissional, e outros dois evoluíram para óbito.
O diretor técnico da FVS-AM, Cristiano Fernandes, alertou sbre a importância do olhar diferenciado do profissional de saúde para o diagnóstico da SIM-P em criança ou adolescente.
“Diante do cenário de aumento de casos de Covid-19, é essencial a atenção dos profissionais para os pacientes que atendam os critérios clínicos e, assim, garantir o diagnóstico adequado e a investigação necessária”, disse Fernandes.
SIM-P
Conforme a FVS-AM, os sintomas da SIM-P são:
Febre elevada e persistente, acompanhada de pressão baixa;
Conjuntivite;
Manchas no corpo;
Diarréia;
Dor abdominal;
Náuseas;
Vômitos;
Comprometimento respiratório, cardíaco e gastrointestinal, associado a marcadores de inflamação elevados e evidência de Covid-19.
Fonte: G 1 Am






