“Não há corte, não há redução no orçamento, não há paralisação”. Declarou Victor Godoy, ministro da Educação ao afirmar que reitores fazem ‘política’ do tema.
O ministro da Educação, Victor Godoy, negou a existência de redução no orçamento da pasta. Na quarta-feira (5/10), diversas notícias falsamente divulgadas por grandes veículos de comunicação, se referiam ao contigenciamento de 5,8% da verba de órgãos ligados ao Ministério da Educação (MEC) até Dezembro como um corte ou confisco. Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (6/10), Godoy afirmou que o bloqueio não afeta em “nenhum centavo” as universidades e institutos federais, e acusou reitores de universidades de estarem “fazendo política” em cima da situação. Ele explicou que o que houve foi uma limitação da movimentação do dinheiro ao longo dos próximos meses.
“Até dezembro, o valor da universidade é exatamente o mesmo, mas não se pode empenhar tudo em novembro, em outubro. Você vai distribuir esses empenhos ao longo de outubro, novembro e dezembro. Foi isso que foi feito. Não existe corte, não existe redução. O que é preciso que seja feito é: se a universidade, por ventura, por um caso específico, precisa fazer um empenho em outubro no valor acima do limite que foi colocado, ela pode nos procurar, porque há essa possibilidade legal de procurar o MEC. Isso vai ser liberado e ela vai poder fazer o empenho, mas não há redução de orçamento, não há corte”, disse.
O ministro também disse acreditar que a medida assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em 30 de setembro tem sido veiculada de forma distorcida. “Não há justificativa para se falar em paralização de atividade [das universidades]. Para mim, é um uso político de uma informação que está sendo distorcida em um momento muito importante do nosso país”, concluiu.






