A política prevê ações educativas, capacitação das equipes e padronização dos serviços de saúde mental
As Forças Armadas terão, a partir de fevereiro, um programa de prevenção em saúde mental para intervir em casos de militares da ativa que apresentem problemas mentais e comportamentais. O Programa de Prevenção e Vigilância em Saúde Mental foi criado nessa segunda-feira, 15, pelo Ministério da Defesa.
A política prevê ações educativas, capacitação das equipes e padronização dos serviços de prevenção e vigilância em saúde mental. A medida também cria um banco de dados unificado para acompanhamento epidemiológico dos casos de transtornos identificado entre os militares.
O programa será tocado com ajuda do Ministério da Saúde no fornecimento de informações. A portaria destaca que ele será focado em “desenvolver intervenções que contribuam para o aumento da percepção aos transtornos mentais e comportamentais em militares da ativa”.
O texto atribui a coordenação do plano ao Departamento de Saúde e Assistência Social da Secretaria de Pessoal, Saúde, Desporto e Projetos Sociais. O órgão será assessorado pelo Comitê de Prevenção e Vigilância em Saúde Mental (Coprevisam), também instituído pela portaria e formado por representantes técnicos tanto de departamentos do Ministério da Defesa, quanto dos comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Além de fiscalizar e subsidiar as políticas públicas que ormarão o programa, o colegiado também será responsável por monitorar e avaliar estudos de vigilância em saúde mental nas Forças Armadas.






