Secretário especial de cultura voltou a criticar o passaporte vacinal contra a Covid-19 e descartou exigência do documento para projetos financiados pela Lei Rouanet.

Em evento nesta segunda-feira, 13, no Palácio do Planalto pelo Dia do Forró, o secretário especial, Mario Frias, defendeu a moralização das questões culturais. Ele disse que a cultura não deve depender de verbas públicas para existir e a lei de incentivo deve favorecer artistas que estão começando. No discurso, o membro do governo voltou a criticar a possibilidade de exigência do comprovante da vacinação contra a Covid-19 em projetos financiados pela Lei Rouanet. “Presidente, vejo com muito temor um crescente avanço de governadores e prefeitos contra liberdades individuais. A nossa secretaria tem combatido esses abusos com portarias, por exemplo, que proíbem a exigência de passaporte vacinal em projetos financiados pela lei de incentivo, garantindo assim o que está na lei.”

“Venho sendo covardemente atacado por parte da imprensa, assim como meu presidente, sua família, por quem quer de volta a mamata. Mas a mamata acabou neste governo”, afirmou Frias. Antes do evento, o presidente Jair Bolsonaro afirmou a um grupo de sanfoneiros que o uso de máscara de proteção é proibido no Palácio do Planalto. “Aqui é proibido máscara”, disse em vídeo. O chefe do Executivo prometeu enviar um projeto ao Congresso Nacional para incluir Luiz Gonzaga no livro de heróis da pátria.

Fonte: JP Notícias