O cabeleireiro Eliel Almeida não integra mais o quadro societário do salão de beleza Beauty and Bride, na QI 21 do Lago Sul.

A sociedade do cabeleireiro Eliel Almeida e dos advogados Angela Baleiro e Bruno Galiano chegou ao fim. O salão de beleza idealizado pelo trio na QI 21 do Lago Sul e inaugurado há menos de seis meses seguirá em funcionamento sem o hairstylist — ao menos no quadro societário.

“Eliel perdeu o título de responsável técnico e saiu da sociedade, sobretudo, por problemas de atraso. O profissional, no entanto, continuará a atender suas clientes no salão por meio do aluguel de cadeira”, esclarece Bruno. “Nós, os investidores, prezamos muito pela pontualidade. A mudança de formatação foi necessária”, complementa.

Bruno destaca que a empresa conta com a parceria de outros profissionais gabaritados, entre eles, o maquiador Lazaro Resende, vencedor do Prêmio Avon de Maquiagem 2016 e do título de Melhor Maquiador para salão pela revista MakeUp Profissional dois anos mais tarde.

Lado artístico

Eliel confessa que não estava pronto para assumir a parte empresarial do business. “As funções jurídicas e empresariais acabaram me afastando dos atendimentos, minha real vocação. Agora, poderei me concentrar 100% no lado artístico e fazer o que realmente sei fazer: embelezar mulheres”, declara o hairstylist.

A decisão de deixar a sociedade, segundo ele, foi tomada em comum acordo. “A minha relação com os sócios continua a mesma. Eu abri mão da sociedade em um ato de muita coragem. O sonho Beauty and Bride vive”, exclama.

Eliel Almeida foi discípulo de Ricardo Maia e é considerado um dos profissionais de beleza mais talentos de Brasília. O trabalho dele é querido por socialites e empresárias importantes da cidade, como Nadia Yusuf e Isadora Campos.

Fontes ouvidas pela reportagem, porém, ressaltam que a personalidade do profissional, que dá “ataques de estrelismo”, já não é tão admirada. O tal comportamento, inclusive, foi apontado por muitos como um dos motivos da quebra de contrato — e do pedido de demissão de ao menos um companheiro de trabalho. Eliel nega. “Isso, não! Isso nunca aconteceu”.

Fonte: Metrópoles