A informação foi divulgada na sexta-feira (21/5) por meio do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 2º bimestre 2021.

O governo está autorizado a utilizar, para além do teto de gastos, R$ 68,932 bilhões com o auxílio emergencial, medidas de proteção ao emprego e recursos extras para a saúde, de acordo com o Ministério da Economia. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (21/5) por meio do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 2º bimestre 2021.

Ao todo, os créditos extraordinários da pandemia subiram de R$ 11,748 bilhões para R$ 99,495 bilhões com a reavaliação das despesas orçamentárias. Isso foi possível porque a equipe econômica reduziu os gastos obrigatórios em cerca de R$ 4,8 bilhões no Orçamento de 2021.

A medida ajudará o governo a remanejar recursos e aumentar os gastos discricionários para ministérios que ficaram afogados com os cortes orçamentários. Ainda não foram divulgadas quais pastas serão beneficiadas com o remanejamento de recursos. De acordo com o secretário especial de Fazenda, Bruno Funchal, “isso ficará para um segundo momento”.

Fonte: Metrópoles