O benefício, a princípio, seria pago apenas aos trabalhadores informais que estão fora do Bolsa Família.

O governo federal prepara a criação de um novo auxílio emergencial para brasileiros impactados pela pandemia do novo coronavírus. O benefício, a princípio, será pago no formato de três parcelas de R$ 200 apenas aos trabalhadores informais que estão fora do Bolsa Família.

A ideia é que sejam beneficiados apenas os brasileiros que participarem de curso de qualificação profissional. O programa está orçado em R$ 6 bilhões e ainda não tem previsão de quando deve entrar em vigor. As informações são da Folha de S.Paulo.

Mais cedo, governadores do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal divulgaram uma carta na qual pedem a retomada imediata do pagamento do auxílio emergencial, destinado a famílias de baixa renda, e da habilitação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS).

O texto é assinado pelos governadores do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB); do Acre, Gladson Cameli (PP); do Amapá, Antônio Waldez (PDT); do Amazonas, Wilson Lima (PSC); do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM); do Pará, Helder Barbalho (MDB); de Rondônia, Marcos Rocha (sem partido); de Roraima, Antonio Denarium (sem partido); e do Tocantins, Mauro Carlesse (DEM).

Encontro com Guedes

A volta do benefício também é pauta prioritária dos recém-eleitos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e o deputado federal Arthur Lira (PP-AL), respectivamente.

Na última semana, os parlamentares tiveram um encontro com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir o tema. Na saída da reunião, Guedes admitiu aos jornalistas que o governo federal estava em vistas de retomar o programa social, mas para um menor número de brasileiros.

Fonte: Metrópoles