Pesquisa internacional revelou os destinos que estão na lista de risco do Travel Security Risk Map. Veja também os países mais seguros.

Uma pesquisa realizada pela International SOS revelou que o país mais perigoso para visitar em 2022 é o Afeganistão, seguido pela Síria, Líbia, República Centro-Africana e Iraque. Avaliando destinos de baixo a extremo risco, os critérios para a escolha incluem violência política, situação social, saúde e impacto da pandemia segundo o Travel Security Risk Map. Saiba mais a seguir!

Os países mais perigosos do mundo em 2022

O estudo coloca o Afeganistão na primeira posição da lista, com o nível de risco mais alto no quesito “segurança”, além de risco muito alto para saúde, alertando que é algo “quase inexistente” por lá.
No ranking de 2020, o país africano Mali era considerado o mais perigoso do mundo, enquanto o Afeganistão ainda estava em nono lugar.

Outras nações cujo risco à segurança também foi categorizado como ‘extremo’ incluem Mali, Iêmen, Somália e Sudão do Sul, bem como algumas áreas da Nigéria, República Democrática do Congo, Paquistão e Ucrânia.
A organização diz que uma categorização de “risco extremo à segurança” significa que o controle do governo quanto à lei e a ordem podem ser mínimos ou inexistentes em grandes áreas, e pode haver uma séria ameaça de ataques violentos por grupos armados com visitantes internacionais.

Países mais seguros do mundo

Já os lugares mais seguros, segundo a pesquisa, ficam todos na Europa. Com destaque para a Noruega em primeiro lugar, aparecem na sequência Finlândia, Suíça, Dinamarca e Luxemburgo. Ainda em território europeu, o Reino Unido também foi considerado um país de risco baixo em segurança.
A mesma pesquisa classifica o Brasil como um país de baixo risco para os visitantes. Nossos vizinhos Argentina, Uruguai, Peru e Bolívia aparecem como destinos de risco médio.
“Em 2022, estaremos enfrentando um ambiente de ameaças em camadas. Entrando no terceiro ano de pandemia, enquanto a Covid-19 e as consequências dos bloqueios continuam a ser os principais desestabilizadores, outros riscos estão voltando à tona conforme as viagens recomeçam ”, disse o Dr. Neil Nerwich, diretor médico do grupo da International SOS.

Fonte: Melhores Destinos