Segundo estudo do economista Fabio Giambiagi, o Brasil pode encerrar o atual mandato presidencial com déficit nominal médio em torno de 8,6% do PIB entre 2023 e 2026, o maior desde o Plano Real.
O déficit nominal considera não só a diferença entre receitas e despesas, mas também os juros da dívida pública, que vêm crescendo e pressionando as contas federais.
De acordo com o Tesouro Nacional, porém, o resultado primário de 2024 ficou em déficit de 0,09% do PIB (R$ 11 bilhões), dentro da meta fiscal aprovada pelo Congresso e com queda de mais de 80% em relação a 2023.
Especialistas lembram que projeções podem mudar até 2026, dependendo do crescimento da economia, da queda dos juros e da capacidade do governo de gerar superávits primários nos próximos anos.






